sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Capítulo 19 - Stop keeping this secret!


Oi gente! Aqui estou eu de novo :D Espero que gostem desse capítulo. Eu sei que ele não é nada demais, mas peço paciência, pois as melhores cenas ainda estão por vir. E para quem está curioso sobre o passado da Miley, esperem por mais um capítulo! O capítulo 20 inteiro será de flashbacks. Quem estiver lendo, comentem, por favor. Mesmo se não estiver gostando. Quem sabe com uma sugestão sua eu possa deixar a história mais legal? 

Gente, não deixem de seguir meu mais novo blog e da Lívia: O Marido de uma estrela

Beijos para vocês, meus cupcakes! 

Miley Narrando


Meus olhos se abriram em urgência. Levantei meu tronco rapidamente, me sentando no colchão macio. Enchi meus pulmões com o máximo de ar que pude, me preparando para um grito. Olhei para o espaço em volta e apenas encontrei o meu quarto. Do jeito que eu deixei ontem à noite, apenas com a iluminação natural diferenciando o ambiente. Puxei mais um pouco de ar, mas dessa vez suave e profundamente, tentando diminuir as batidas aceleradas do meu coração. Mais um pesadelo. Isso está ficando cada vez mais comum ultimamente... E já está me deixando exausta. Quando isso vai parar?

Algumas batidas na minha porta me fizeram acordar de meus devaneios.

-Pode entrar. -falei enquanto prendia meus cabelos revoltos em um coque.

A porta foi aberta e um Chad sorridente adentrou o meu quarto.

-Bom dia! – ele falou.

-Bom dia. – respondi estranhando tanta simpatia assim. Logo, lembrei do nosso combinado. Com certeza deve ser por causa disso. – Você conseguiu? – perguntei esperançosa.

Ele balançou a cabeça em afirmação. – Ele acreditou direitinho! Consegui combinar um encontro no lugar onde você queria.

Eu e o Chad estávamos tramando uma armadilha para o Xerife Holmes. Combinamos de fazer uma ligação de um falso empresário querendo uma “ajudinha” dele. Dizendo que conhecia a sua fama por ser um quebra-galho dos poderosos. E se for aceito, marcaríamos um encontro num lugar pouco movimentado para ninguém descobrir a falsa parceria com o empresário. Sim, ele é um policial corrupto. Faz qualquer coisa para ganhar uma boa quantia de dinheiro. Então pensei em jogar sua própria ambição contra ele.

Essa armadilha é apenas um plano meu e do Chad. Fizemos questão de esconder do Nicholas e principalmente do Steve. Se o meu tio descobrisse, ele não ficaria nem um pouco feliz. Como eu já o conheço, ele falaria que poderia nos expor e botar ainda mais a nossa missão em risco. Mas todos nós sabemos que ele não manda em mim. Então para evitar discussões antes da hora, resolvemos não contar nada para ele.

                -Ótimo! – comentei abrindo um sorriso. – Que horas vocês marcaram?
                -Daqui a pouco. Um pouco antes do horário de almoço. – respondeu sentando-se ao meu lado. – Tem certeza que quer fazer isso? – perguntou um pouco hesitante. – Você sabe...  Ele é um policial. É um tanto arriscado tentar armar alguma coisa para ele.
                -Eu vou ficar bem. – respondi confiante. – Eu sei que não é só com isso que você está preocupado. Mas eu já fiz tantos golpes, tantos crimes... Isso vai ser a mesma coisa.
                Ele suspirou. – Então tá. – se levantou. – Se arruma logo para depois tomar café. Nós não podemos nos atrasar, né? – ele sorriu e eu retribui. Chad saiu e fechou a porta atrás de si.
                O Chad é mais do que um parceiro de crime para mim. Não sei... Um amigo, talvez. Ele nos acompanha por tanto tempo... Ele é alguém que eu possa considerar, sem medo, uma pessoa confiável. E eu sabia que ele seria o único que aceitaria fazer um favor para mim indo contra as regras do Steve, que se acha o chefe de todos. Chad sabe muito bem o quanto que eu preciso fazer isso.
                Horas depois...
                Dirigindo o carro do Steve, Chad nos levou até o local de encontro, um caminho para um mirante deserto. Ninguém viria aqui de dia. Não chegamos até o topo. Ele apenas estacionou na estrada que era cercada de árvores. Esperamos alguns minutos ali, até que uma bicape prateada parou ao lado do nosso carro. Como esperado, o xerife desceu do seu carro e chamou o Chad para descer do seu para conversar também. Me abaixei  para não ser vista e por sorte, deu certo.
                Respirei fundo, tentando acabar com qualquer resquício de nervosismo e ignorar meu coração batendo fortemente contra o meu peito.  Eles fizeram um cumprimento de mãos e logo, seguiram mais a frente, para o mirante. Saí do carro e segui os dois até o topo.  Quando o xerife sentiu minha presença, virou-se para a minha direção e automaticamente me reconheceu.
                -Miley? – ele perguntou incrédulo, como se estivesse visto uma assombração. Voltou seu olhar para o Chad, um pouco confuso. Porém, pela sua expressão ele logo entendeu do que se tratava, mas se recusava a acreditar. – Por onde você esteve esse tempo todo? Eu pensei que você ainda estivesse...
                -As pessoas se enganam, senhor Holmes. – respondi com um pequeno sorriso no rosto. – Eu estive por aí me preparando para um acerto de contas. Nada demais. – dei de ombros enquanto me aproximava do policial.
                Ele tentou ir em direção ao seu carro, mas eu estava na sua frente e o impedi que escapasse.
                -Chad. – só abastou apenas um acenar de cabeça para o meu parceiro entender e paralisar os braços do xerife rapidamente.
                -Me larga! Me larga! O que você quer? – protestou o homem a minha frente.
                -Eu só quero matar saudades que eu tenho do senhor. Faz tanto tempo, não é? – respondi sarcástica enquanto eu procurava por alguma escuta ou coisa do tipo, mas nada foi encontrado além do seu revolver na altura do cós da sua calça, que foi logo retirado por mim e jogado para o mato, e a sua carteira. – Pode soltar agora. – eu disse para o Chad, que logo me obedeceu.
                -Como você soube que eu estive aqui em Los Angeles? – perguntou para mim desamassando sua roupa.
                -Você não é o único que tem intimidade com a família Jonas. – eu cruzei os braços com um sorriso vitorioso no rosto.
                -Garota, o que você esteve aprontando?
                -Eu já disse! Estou me preparando para um acerto de contas. Aliás, um deles eu já vou resolver aqui mesmo com você. – falei confiante. O desespero no seu olhar me dava ainda mais satisfação. Pela primeira vez, senti o delicioso gostinho de vingança. – E depois eu me resolvo com o Paul.
                O xerife desceu o seu olhar até um volume na altura do cós da minha calça. Tirei a arma de lá e exibi para o xerife.
                -Olha o que temos aqui! – eu disse observando o revolver em minha mão.
                -Você não tem noção do que faz, não é? Se você me matar só vai sobrar para você. – ele advertiu menos nervoso do que antes.
                -Não me importo. Já me envolvi em problemas demais. Mais um não vai me fazer diferença... Ou talvez faça para melhor. Me livrando de você, eu estarei tirando mais um filho da puta no mundo.
                O xerife soltou um pequeno riso debochado, balançando levemente a cabeça em desaprovação. Não entendi qual era a graça numa situação dessas. Apertei mais o revolver envolta de meus dedos.
                -Qual é a graça? – perguntei impaciente.
                -Você. – ele levantou seu olhar de volta para mim. – achando que pode ser uma justiceira se me assassinar. Isso não vai mudar nada, garota. E você sabe muito bem disso.
                -Mentiroso.
                -Mentiroso? Olha só para você! – ele apontou para mim. – Está agindo feita uma maníaca, ainda acha que vai conseguir mudar algo para melhor. Mas por dentro continua a mesma garotinha patética e inútil.
                O prazer em ver a minha vingança se aproximar foi tomado pela raiva e pelas humilhantes lembranças que me vinham à cabeça.  Forcei ainda mais o meu maxilar. Semicerrei meus olhos em não conseguindo disfarçar a ira em ouvir ele falando tais ousadias assim para mim.
                -Você acha que isso vai me impedir de te matar? – atirei em sua coxa. Ele gritou de dor e caiu sentado no chão. Atirei de novo na sua barriga. Ele não merecia uma morte rápida. Se eu tenho a oportunidade pelo menos nesses poucos minutos, eu quero fazer questão de provocá-lo dor. Me aproximei mais e apoiei um dos meus pés sobre seu peito, o empurrando para o chão.
                -E você acha que isso vai impedir tudo o que aconteceu?- ele continuou analisando meu rosto – Você pode estar se sentindo poderosa com essa arma na mão, mas eu ainda tenho pena de você. Ainda vejo a fragilidade em você.- ele abriu um pequeno sorriso debochado.  – Lembro até hoje de você chorando e gritando feito uma louca...
                A última frase me deixou possessa de raiva e chutei com força o seu abdômen. Ele gemeu de dor.
                -Cala a boca, seu infeliz! – gritei.
                -Miley, acho melhor acabar logo com isso... – Chad me interferiu. – Os tiros podem chamar atenção. Precisamos ir logo!
                Não respondi o Chad, apenas voltei para o homem ensanguentado e caído no chão.
                -Queime no inferno, seu desgraçado! – falei um pouco antes de atirar mais uma vez em sua cabeça.
Cuspi sobre o corpo inerte, demonstrando todo o meu nojo. Nem na hora de sua morte ele consegue ser menos desagradável. Mais minha raiva cresceu por ele me fazer lembrar de tudo o que passei. Lembranças dolorosas que me assombram em pesadelos até hoje. Ele fez questão de jogar na minha cara tudo isso nos seus últimos momentos de vida.
-Miley, vamos logo embora. – Chad me puxava em direção ao carro.
Nicholas Narrando
Toquei a campainha apenas uma vez. Foi o suficiente para ser rapidamente atendido. Steve abriu a porta e me deu passagem para entrar. 

Hoje mais cedo, eu recebi uma ligação dele me chamando para mais uma reunião. Ele quer minha ajuda para conseguir acesso, como herdeiro, a todas as contas da empresa possíveis. E só eu conseguiria isso sem levantar suspeitas. Com certeza, eu não gosto nem um pouco de ajudar esses criminosos, mas confesso que já estou me acostumando com isso. E não considero um bom sinal. Não se acostuma em ajudar em um golpe contra seu próprio pai.

-Senta aí. - pediu ele apontando para o sofá.

Olhei em volta e me dei falta de mais presenças na casa. -Onde está o resto?

-Richard e Pablo moram em outro apartamento separados de nós.

-E o Chad e a Miley?

-Eu não sei... Eu até pensei que eles estivessem com você. Os dois saíram com o meu carro, sem nem mesmo me avisar.

Não sei por que, mas não gostei do que ouvi. Sei que é idiotice sentir ciúmes dela, mas é uma coisa que não dá para controlar quando se ouve que ela e mais um cara saem sozinhos sem dar satisfação pra ninguém. Se eles não consultaram o chefe da gangue, quer dizer que não é nada sobre a missão. Sacudi a cabeça tentando espantar de meus devaneios. Não quero esquentar a cabeça me preocupando com ela. Juro que estou tentando esquecê-la, mas não é nada fácil.

-Então, o que você quer falar comigo?-perguntei mudando de assunto.

-Será que dá ainda essa semana para conseguir a conta da empresa? Sei lá, conversa com seu pai... -o Steve foi interrompido por um ranger da porta de entrada. Miley e Chad chegaram.

Os dois adentraram a casa calados. Ainda mais a Miley que estava com um olhar distante e o rosto um pouco abatido. Isso foi um pouco estranho. Entreolhei-me com o Steve, com a mesma curiosidade.

-Onde vocês estavam? -Steve pronunciou.

Então finalmente a atenção dos dois a nossa frente se direcionou a nós. Pela sua expressão, Miley se surpreendeu com a minha presença aqui.

-O que o Nicholas está fazendo aqui? – perguntou Miley confusa.

-Ele veio para resolver comigo coisas sobre a nossa missão, coisa que vocês também deveriam estar fazendo. – respondeu o seu tio, ríspido.

-Não enche, Steve. – ela rolou os olhos, entediada.

-Vocês ainda não responderam a pergunta dele.  – eu falei cruzando os braços, encarando os dois. – Onde vocês estavam? – não pude resistir à curiosidade. Aquilo estava me deixando aflito. Se eles tiverem mesmo alguma coisa, é melhor que eu descubra logo.

-Por acaso isso é da sua conta? – ela respondeu já se irritando.

-Não é da dele, mas é da minha. Então falem logo! – Steve a interrompeu. Miley bufou, sabendo que não poderia ficar escondendo por muito tempo do seu tio.

-Nós nos encontramos com o xerife Holmes. – respondeu Chad, o único que se encontrava calmo entre nós. Eu só aparentava. Eu estava tentando segurar a minha raiva e não fazer papel de idiota. Mas diante das palavras do Chad, suspirei discretamente aliviado.

-Como assim vocês se encontraram com ele? – perguntou Steve incrédulo, arregalando levemente os olhos.

-Eu o matei. – Miley disse firmemente. O que? Ela matou o xerife? Como ela consegue falar com tanta naturalidade? E por que ela fez uma coisa dessas?

-VOCÊ FEZ O QUE? – me manifestei totalmente perplexo com o que acabei de ouvir. Ele não me parecia uma má pessoa. Eu não quero nem imaginar se descobrirem tudo. Aposto que me acusariam de participar disso como cúmplice.

Eu soube que ela já fez esse tipo de coisa com pessoas que sejam alguma ameaça para os seus planos, mas nunca conheci nenhuma de suas vítimas e muito menos tive uma confirmação concreta disso. Se eu não soubesse o que ela realmente é, eu juro que correria. Correria o mais distante possível dela. Mas eu já sabia muito bem do que Miley é capaz. Eu só não compreendia a necessidade de tal atrocidade.

-Você perdeu a cabeça? – Steve perguntou exaltado. Miley simplesmente continuou com a mesma expressão, inatingível à minha indignação ou a raiva de seu tio. Ela apenas cruzou os braços impaciente de ouvir mais sermões do homem mais velho. – O nosso objetivo não era fazer nada com esse cara. Você nunca imaginou que o que você acabou de fazer pode arruinar a nossa missão? – ele começou a levantar ainda mais a voz. – Foi um risco inútil!

-Um risco inútil? – ela repetiu contrariada. – Inútil para você! – ela apontou para ele. – Aquele infeliz e o Paul acabaram com a minha vida, tudo que eu queria era dar o troco. E você agora vem falar para mim que foi um risco inútil? Me desculpa, mas eu estou preocupada com muita coisa além da sua sonhada fortuna!

Finalmente ela confirmou as minhas suspeitas. Desde aquele dia eu passei a desconfiar que o meu pai também estava envolvido nessa história do xerife com a Miley.
                                                                                                                                                                            
-Como assim eles acabaram com a sua vida? – eu perguntei. – Miley, o que meu pai fez?
Miley puxou o ar para me responder, mas então se tocou que havia falado coisa que não deveria na minha frente. Ela me analisou por alguns segundos, suspirou e balançou negativamente a cabeça.

-Nada. – sua voz saiu um pouco falha.

-Como assim nada? Você acabou de falar que ele e o xerife Holmes acabaram com a sua vida. Eu preciso saber o que aconteceu com vocês no passado! – eu insisti. Pude notar que o Chad e o Steve continuaram em silêncio, mas com expressões um pouco decepcionados. Como se isso fosse um assunto para nunca ser tocado. Pelo menos não por mim.

-Nada importante para você, Nicholas. – ela respondeu e me deu as costas. Um pouco alterada, Miley subiu correndo as escadas e bateu fortemente a porta do seu quarto. Chad e Steve não fizeram questão de chamá-la de volta ou muito menos correr atrás delas. O mais velho passou os dedos entre seus cabelos, um pouco nervoso e bufou. O ambiente estava pesado demais para respirar.

-Então, onde estávamos? – perguntou Steve tentando mudar de assunto.

-Por que ela matou Holmes? – eu ignorei sua pergunta e questionei sobre o que estava me incomodando.

-Ah, eles não se davam muito bem... – ele deu de ombros.

-É... Eu vou dar uma saída. – Chad quebrou seu silêncio. – Beber um pouco. Aqui não está com ar muito bom hoje.

-Eu vou também. – disse no mesmo instante, me levantando e indo até a saída acompanhado pelo Chad.

-Mas e o nosso combinado? – perguntou Steve.

-Eu já entendi o que você quer, não preciso ficar aqui conversando com você. – eu disse cortante. Eu estava com raiva dele por também insistir em esconder o que eu tanto quero saber. Antes que ele respondesse mais alguma coisa fechei a porta atrás de mim.

Conviver que pessoas como eles é muito complicado. Quase sempre é algum desconforto, alguma confusão. Eles me forçam a trabalhar para eles, mas fazem questão de esconder coisas relacionadas à minha família. Além do mais, mesmo com a frieza do jeito que a Miley anunciou que tinha assassinado Holmes, eu pude sentir melancolia nos seus olhos. De alguma forma isso fez meu coração se comprimir em meu peito.

                Fui junto com o Chad para um tipo de pub ali por perto. Na verdade, o meu objetivo é arrancar alguma coisa dele. Não sei, ele é mais eclético. Talvez não sinta tanta hesitação em me conta a verdadeira história entre meu pai e a Miley. Nos sentamos em frente ao balcão e pedimos nossas bebidas. Ele me analisou desconfiado.

-O que você quer? – ele perguntou.

-O que? – me fiz desentendido.

-É claro que você nunca viria para beber comigo. Você quer saber sobre essa confusão toda, né?

Suspirei derrotado e afirmei com a cabeça. Ele tomou um gole do seu pedido e balançou a cabeça em desaprovação.

-Por favor. – eu quebrei o silêncio entre nós. – De alguma forma, eu também estou envolvido nisso. Eu preciso saber o motivo de toda essa confusão na minha vida. Vamos, Chad! Se coloque no meu lugar. – eu insisti.

Ele me olhou de cima a baixo de novo, com uma expressão impassível. – Você está proibido de tocar nesse assunto de novo perto dela. Ninguém pode imaginar que eu te contei isso. – ele falou firme apontando o dedo indicador para mim.

                -Minha boca é um túmulo.

                -É melhor se preparar porque essa história não é nada curta... 

Amy voltou para o blog!

Oi gente!!! Como você estão? Aproveitando as férias?
Então, vocês se lembram quando eu pedi em um dos meus posts para Amy fazer um blog?? Então, ela fez! PARA NOOOOOOOOOOOOSSA ALEGRIA \o/ hahaha
Ela vai começar a postar desde o comecinho da primeira temporada de sua fic mais que perfeita, "Eu odeio a Miley Cyrus". Para quem já a conhece, sigam para não deixar de acompanhá-la. E  quem ainda não a conhece, eu recomendo que sigam e leiam a sua fic. Prometo que não vão se arrepender. É uma das melhores fics que eu já li! É super bem escrita, engraçada, romantica e  tudo de bom!

SIGAM: http://ficeuodeioamileycyrus.blogspot.com.br/

Quem não seguir vai sentir a fúria do meu tridente u.u (Sou violenta mesmo. E sou apaixonada pelo Finnick de JV, bitch please)

Mais tarde tem mais um capítulo inédito de Thief of Hearts, não percam!

Beijos

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Novidades!

Ah, tenho duas notícias para vocês. Uma boa e uma não tão legal assim.

 Enfim, a não tão legal é que apagram definitivamente todas as fics de famosos do nyah (até as disfarçadas como originais, como as minhas e as da Amy Jonas). Sério, no fundo eu já até esperava por isso, porque um dia iriam descobrir. Mas ter a sua fic, a sua criação, escrita com tanto carinho ser deletada a força é horrível. Eu estou com um ódio mortal desses moderadores do site.
 E a boa, é que eu a Lívia já temos um blog para minha fic "O namorado de uma estrela", mas como já estamos chegando perto da segunda temporada, nós decidimos titular o blog com o nome da nova temporada "O marido de uma estrela" =D Já, já, eu estarei atualizando o blog até onde eu parei no Nyah e postarei uma inédita! Então se quiserem ler uma nova fic Niley aqui está:

http://omaridodeumaestrela.blogspot.com.br/

Espero que gostem! :D

Amy, se você estiver lendo isso, por favor, te imploro novamente para postar suas fics no blog!!! Suas fics são ultrapassam a perfeição, não podem deixar de serem postadas!!!!

Beijos para meus cupcakes ;D

Selinho - Jaqueline Jonas Cyrus e Verônica Mello



Oi gente!!! Tudo bem com vocês? Então, eu recebi dois selinhos!!!! Muito obrigada à Jaque e  à Verônica :D Estou muito feliz por eles! Então, aqui vai o meu:

-Niley E Jemi - O Amor Ainda Não Acabou!

-Virei babá dos Jonas e das Lovato

-From School To The Wedding Bells

-I won't give up

Não sei se era proibido devolver selinho, mas tanto faz pra mim! hahaha Agora já está devolvido o selinho!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Capítulo 18 - A not too nice visitant


Oi gente!! Muito obrigada pelos reviews do capítulo passado! Espero que continue recebendo comentários :D Boa leitura!!!! Ah, quero agradecer ao selinho e a divulgação da minha fic para a Jaqueline! Obrigada linda! Ah, e para quem não sabe, ela está postando uma fic muito perfeita Niley. Um romance entre o um professor (Sr. Jonas) e uma aluna (Miley). Eu simplesmente adoro lê-la! Recomendo Won't give up :D 
Miley Narrando
Uma luz insuportável e incessante me fez despertar. Meus olhos mal conseguiram se manter abertos, sensíveis à iluminação natural do ambiente. Uma dor de cabeça desgraçada me dava uma sensação que meu cérebro iria explodir a qualquer momento. Esfreguei minhas mãos no rosto tentando me acostumar com o desconforto da ressaca. Olhei para o espaço em volta e me toquei esse não era o meu quarto, mas pude reconhecer algumas peças de roupas minhas espalhadas pelo cômodo.
Senti um peso a mais sobre minha barriga. Era o braço dele em volta da minha cintura. Então olhei para o lado e vi um Nicholas no sétimo sono. Com seus cachos levemente bagunçados, ele dormia calmo e profundamente como um bebê. Assim, minhas memórias da noite passada vieram à tona. As alfinetadas, as bebidas em excesso, os beijos, o sexo.
-Merda, merda, merda, merda! – Com uma das minhas mãos apoiadas na minha têmpora esquerda que latejava de dor, praguejei me arrependendo de ter bebido.
Isso não deveria ter acontecido. Nós nos odiamos. Somos parceiros de crime. Ele é um Jonas! Tenho motivos totalmente plausíveis para não ter feito essa estupidez. Às vezes Steve até tem razão quando diz que eu costumo fazer coisas sem pensar isso pode me prejudicar. Acho que essa situação é um exemplo disso.
Isso não quer dizer que eu tenha achado a noite de ontem ruim. Confesso que infelizmente, as lembranças me agradam. Ele me agrada. Tentei dispersar esses pensamentos quando suspirei ao sentir meu baixo ventre esquentar provocado por flashes de ontem à noite.
Tentei me levantar lentamente da cama na tentativa de não acordar o Nicholas, mas infelizmente, ele despertou. Com os olhos semiabertos, Nicholas me encarou confuso ainda com seu braço em volta do meu corpo. Então ele se afastou e sentou-se na cama, ficando na minha altura. Esfregou os olhos um pouco preguiçoso, e logo depois, seus olhos pairaram em mim, e logo desceram para meu corpo exposto. Minhas bochechas queimaram em rubor. Puxei o lençol para me cobrir. Então, Nicholas se tocou do que se tratava.
–Feliz? -perguntei sarcástica. – Aproveitou que eu estava bêbada o suficiente para transar com você, então deve estar muito satisfeito, não é?
Sua expressão tornou-se de indignação.
–Eu me aproveitei de você? Você esqueceu que eu também não estava sóbrio? – rebateu já se irritando. – E aliás, eu não quis dar continuação a mais nada quando subimos. Quem insistiu foi você. Então por que você não abre mão de seu orgulho de merda e admite também estava interessada?
–Agora você está botando toda a culpa em mim? Se toca, Nicholas. Nós sabemos muito bem que você é um babaca que suspira de amores por mim. Qual seria meu interesse nisso? – respondi me levantando da cama.
Nicholas semicerrou os olhos em fúria por eu ter o respondido dessa forma. Eu estava com raiva de toda essa situação. E se ele não me levar mais a sério depois dessa noite? Eu deveria que imposto limites nisso. Ele me puxou pelo braço rudemente, me fazendo voltar a ficar a sua frente. Protestei tentando me esquivar dele, mas Nicholas conseguiu segurar meu outro braço, se mantendo firme. Ele me fitou intensamente nos olhos.
-Qual é a sua, Miley? Já não basta ter me enganado e ter me forçado a me juntar a você. Agora vem na minha festa, insiste a transar comigo e depois dá uma de vítima? Chega! Se você quer agir como uma criminosa de verdade, então se comporte como uma. Não confunda as coisas! Isso já passou dos limites. – ele vociferou ainda segurando hostilmente meus braços.
Engoli em seco diante da minha dificuldade em respirar. Ele não perdeu o foco em meus olhos por um bom tempo. Poucos centímetros separavam nossos rostos. Perto o suficiente para sentir sua respiração quente batendo em mim. E acho que Nicholas também percebeu o mesmo quando seus dedos cederam lentamente em volta de meus braços.
-Eu já disse que eu não estava sóbria, não fiz de propósito. – eu disse com a voz um pouco falha enquanto me afastava dele.
-Vai embora daqui. – ele respondeu ríspido.
-Você não tem ideia o quanto eu quero isso também. Não suporto estar num mesmo ambiente do que você. – falei voltando a manter a pose enquanto me vestia novamente.
Quando terminei de me vestir, calcei meus sapatos e saí do quarto o mais rápido possível. Nicholas está ficando cada vez mais abusado para o meu gosto. Mas também, depois da noite de ontem, é claro que eu perderia credibilidade. A amargura do jeito que ele está me tratando está me incomodado cada vez mais. Caminhei apressadamente em direção à escada já tentando adivinhar onde que eu deixei minha jaqueta e minha bolsa. Entretanto, um ranger vindo da porta de entrada me fez parar meus passos.
–Pois é, ela ficou tão entusiasmada com o passeio que eu até a deixei ficar por mais uma semana lá. Christine é apaixonada por Vegas. - Paul Jonas adentra a casa distraído conversando alegremente com outra pessoa que ainda se encontrava do lado de fora. – Ah, espero que não se incomode com a bagunça. Meu filho mais novo deu uma festa ontem à noite.
–Sem problemas, já fui adolescente um dia e acredite, sempre quis dar um festão desses! – a visita entrou rindo logo depois do dono da casa e instantaneamente o reconheci. O seu rosto adotou mais alguns traços maduros devido ao tempo, mas continuava a mesma pessoa. O modo desconfiado e firme de andar, o sotaque do interior, o mesmo olhar ambicioso para tudo ao seu alcance. O calor se dissipou de meu corpo. Engoli a vontade de instintiva de gritar. Voltei correndo para o quarto do Nick antes de ser avistada.
Adentrei o cômodo sem nem mesmo um aviso prévio e tranquei a porta. Nicholas saiu de seu banheiro de cueca e com uma escova de dente na boca, totalmente confuso com a minha volta.
–Por que não foi embora? – perguntou com boca cheia de espuma.
–Vai terminar de escovar seus dentes que eu explico. – eu disse com a mão apoiada sobre meu peito, tentando controlar minha respiração.
Me sentei na cama tentando arrumar um jeito de sair daqui sem ser vista. Não acredito que o Xerife Holmes esteja em LA logo agora. Mas é claro que eu deveria ter pensado nisso. Ele é amigo do Paul! Se descobrir que eu estou em Los Angeles tudo está perdido.
–O que você quer? – Nicholas voltou para o quarto com uma cara de poucos amigos. Ele se virou para mim e cruzou os braços a espera de uma resposta. – Nossa, você está com uma cara estranha... Parece que viu um fantasma.
–Bom, é quase isso. – eu admiti.
–Como assim? – ele perguntou franzindo o cenho.
–Seu pai acabou de chegar com um amigo. – eu falei. – E esse amigo não pode me ver aqui.
– Qual amigo?
–Aquele cara do interior, o xerife. – eu falei como se fosse óbvio.
–Ah, o xerife Holmes? Meu pai me disse que ele viria para Los Angeles essa semana. Qual é problema dele te conhecer? Meu pai também te conhece e não sabe nada sobre você. – Meu Deus! Será que ele ainda não ligou os pontos?
– Sua anta! Ele é um policial!
Ele levantou as sobrancelhas em incredibilidade. – Você não quer que eu acredite que você está com medo de um xerife ver seu rosto?
Eu rolei os olhos, contrariada. – Ele me conhece.
-Como ele te conhece?
-Você não sabe nem a metade das coisas que ele sabe sobre mim.
–E como você pretende sair daqui sem ser vista por ele? – perguntou sentando ao meu lado.
–Com a sua ajuda, é claro. Ou você acha que você é meu parceiro de crime só para ir às reuniões na minha casa? – ironizei.
Ele suspirou em desamino. – O que eu tenho que fazer?
–Você me dará cobertura. Primeiro, vai se certificar que se o caminho que eu fizer está limpo, e depois, você irá distraí-lo. E é claro, evite terminantemente citar meu nome nas conversas com ele. Ele nem deve sonhar que estou aqui. Entendeu? – o instrui com esperança que tudo dê certo. Já houveram imprevistos demais nessa missão. Não posso de jeito nenhum deixar que o xerife descubra alguma coisa.
Nicholas balançou a cabeça positivamente. – Mas você vai ter que me explicar melhor do que esse cara sabe sobre você. Se estou envolvido nisso, tenho direito de saber. – ele disse.
–Você não tem direito a nada. – eu rebati cortante. Mas com motivos. Só porque ele é meu parceiro de crime agora não quer dizer que eu possa ficar me abrindo para ele contando sobre minha vida, não é mesmo? – Isso não vai ser importante para nossa missão agora, entendeu?
–Nossa? Sua missão! – ele corrigiu com indignação. – Deixe eu te lembrar de que só estou te ajudando porque estou sendo forçado.
– Que seja Nick! Mas eu tenho que sair imediatamente daqui! - eu enfatizei a urgência.
Ele suspirou contrariado. - Já que eu não tenho escolha, né? - ele levantou da cama ao meu lado e foi à procura de uma roupa no seu closet.
Enquanto ele procurava distraidamente alguma roupa limpa e simples (que eu particularmente acho que toda essa demora desnecessária), meu olhar desceu até a sua bunda. Contive um gemido mordendo meus lábios. Nicholas é tão gostoso que dá vontade de morder ele todinho! O que? Ai caramba, não acredito que pensei uma coisa dessas. Ok, por mais que eu o odeie, não posso mentir para eu mesma falando que Nick não é bonito. Ele é realmente bonito. Muito bonito. Mas isso não é motivo para eu ficar quase babando o observando de cueca, né? Acordei de meus devaneios quando Nicholas virou-se para mim já vestindo uma bermuda bege e com uma camisa azul nas mãos me olhando um pouco confuso.
–O que houve? - Nicholas perguntou.
–O que houve o que? - eu perguntei ainda mais perdida.
–Você estava me olhando para mim de uma maneira estranha. - ele franziu o nariz.
–Eu só estava pensando. - eu respondi rapidamente.
Ele deu de ombros e terminou de vestir a sua camisa. Depois de feito, cruzou os braços e ficou parado de frente para mim.
–Então a única coisa que eu preciso fazer é ver se o caminho está livre para você e distrair o máximo possível o xerife para ele não te ver? Só isso? - ele perguntou.
–Se puder faça que ele vá embora da cidade o mais breve possível também. - eu respondi. -Quanto mais longe de mim, melhor!
–Então você não vai contar qual é a sua ligação com esse cara? - como esse garoto é chato! Será que ele não contenta só em me ajudar?
–Olha, se você fizer tudo direito, eu penso com carinho se conto para você ou não, tá? - ele levantou as sobrancelhas, desconfiado. Eu rolei os olhos. - Eu conto quando você for lá para casa. Agora ajuda logo!
–Não saia daí! - ele advertiu antes de sair do quarto e fechar a porta atrás de si.
Nicholas Narrando
Sinceramente, essa história dela e do xerife não está me cheirando nada bem. Alguma coisa dentro de mim diz que isso tem haver com o meu pai também. Além do mais, o xerife Holmes é um amigo antigo do Paul. E também pode ser considerado o fato da minha família ser alvo do plano da Miley. Ela sempre diz que só está interessada no dinheiro, mas ultimamente eu tenho desconfiado de algo a mais. Ou talvez seja apenas coisa da minha cabeça. Não. Eu sei que há uma coisa estranha no passado dela.
Vozes conhecidas ecoavam vindas do escritório do meu pai. Para me certificar, olhei em volta, mas o único indício de presença de mais alguém, vinha do escritório. Abri a porta do quarto novamente fazendo sinal para que a Miley saísse. Com a leitura de seus lábios, ela perguntou silenciosamente: "Tem certeza?". Eu assenti com a cabeça. Ela saiu ligeiramente do cômodo. Eu apontei para o escritório indicando que eles estavam lá. Ela balançou a cabeça em compreensão. Miley tirou seus sapatos de salto e desceu silenciosa e rapidamente as escadas. Já no primeiro andar, ela se virou para mim para e mostrou o polegar em agradecimento. Com um gesto de mãos, a encorajei a ir logo embora. Miley começou uma procura por seus pertences na sala. Ela não demoraria muito para achá-los. Logo me lembrei de que o escritório tinha uma vista para a entrada da casa e logo eles avistariam Miley indo embora. Corri até o escritório e bati na porta.
–Pode entrar. - meu pai convidou.
Abri a porta com um simpático sorriso no rosto.
–Oi. - cumprimentei. - Como o senhor está, xerife Holmes? - perguntei para o homem a minha frente.
–Vou indo... - respondeu. - Eu soube que você finalmente aceitou a presidência da empresa. Sabe, é muita responsabilidade. E seu pai está muito orgulhoso de você. - ele deu tapinhas no meu ombro.
Eu sorri um pouco sem graça. -Obrigado. – Como se esse assunto fosse alguma novidade entre os amigos do meu pai...
Eu direcionei meu olhar para a janela aberta. Daqui, era possível ver claramente o carro do Steve estacionado. Provavelmente Miley irá aparecer. Botei minha mão na frente dos olhos fingindo incômodo.
–Nossa, essa luz está acabando comigo! - comentei. Caminhei ligeiramente até a janela e fechei as cortinas. Meu pai e o seu amigo me encaravam estranhando meu ato. - Acho que bebi um pouco demais ontem à noite, então a luz do sol piora a minha dor de cabeça. - respondi com um sorriso.
–Jovens... Sempre exagerando. - meu pai comentou rindo junto com o xerife.
Não demorou muito para ouvirmos o carro da Miley indo embora. Menti falando que Brian, meu melhor amigo, pegou no sono e ficou por aqui, então foi embora agora com um carro que pegou emprestado. Obviamente, eles acreditaram.